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AVALIAÇÃO
TRIENAL DE KOINONIA - RESUMO EXECUTIVO
Durante
alguns meses de 2006 KOINONIA foi avaliada por um observador externo
com o intuito de incluir a perspectiva dos públicos com os
quais a instituição trabalha. Avaliações
como essa estão previstas no Planejamento Estratégico
2004-2009 de KOINONIA. Segue abaixo um resumo executivo da Avaliação
Trienal (2004-2006) realizada pela consultora Mara Vanessa Fonseca
Dutra.
ÍNDICE:
1.
Objetivos:
- Verificar resultados alcançados X previstos
- Observar rumo da execução dos programas
- Perceber a visão dos parceiros e do público direto
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Índice
2.
Metodologia:
- Leitura e análise do material existente (documentos de
planejamento, relatórios, documentos produzidos pelos programas)
- Elaboração de roteiro de observação
e de entrevista por programa
- Reuniões com equipes de cada programa
- Entrevistas com pessoal de Koinonia
- Visitas de campo
- Entrevistas com público direto
- Entrevistas com parceiros (algumas feitas por telefone)
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Índice
3.
Algumas conclusões:
- Embora operando com aproximadamente 30% menos recursos financeiros
do que o planejado, os resultados foram alcançados, inclusive
além do previsto.
- Algumas
atividades foram suprimidas ou adiadas, o que significa, em alguns
casos, um certo risco para a qualidade do trabalho.
- Os
programas apresentam bom desempenho. Cumprimento da maior parte
das atividades e bom avanço em relação aos
resultados esperados e objetivos a alcançar.
- Cada
programa foi objeto de uma análise específica, apontando
principais avanços, dificuldades e desafios.
- Algumas
sugestões foram feitas visando maior sinergia e aproveitamento
das potencialidades de cada programa e da instituição
como um todo.
- Exemplo
de acúmulo institucional que pode ser mais aproveitado: metodologias
de formação e de capacitação (distintas
nos diversos programas). Formação é uma marca
de KOINONIA, reconhecida por seus parceiros e por seu público.
Os programas trabalham esse conceito com metodologias diferenciadas.
Há muito acúmulo e muita possibilidade de sinergia
e crescimento nesse campo.
- Destaque
para a produção de conhecimento nas áreas do
ecumenismo, da juventude e violência e do diálogo inter-religioso.
A produção de Koinonia é reconhecida por seus
parceiros e pelo público como uma das marcas da instituição,
que dá uma qualidade diferenciada ao trabalho.
- A
postura institucional de trabalhar com comunidades definidas e estabelecer
vínculos de solidariedade com elas tem funcionado –
ver opinião do público dos programas sobre a relação
com KOINONIA. Onde os programas têm mais tempo, uma história
de maior acúmulo, os vínculos são também
mais enraizados. Essa postura explica a limitação
de frentes de trabalho concreto abertas por Koinonia.
- Os
eixos transversais (ecumenismo e superação da violência),
os temas de interação (Aids, juventude, diálogo
inter-religioso e relações de gênero) e os desafios
institucionais (relações de gênero e formação)
estão presentes nas ações dos programas com
ênfases variadas.
- A
questão de gênero, reconhecidamente um desafio, está
sendo objeto de avaliação específica, com uma
metodologia que é, ao mesmo tempo, formativa.
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Índice
4.
Desafios:
-
Aprofundar as iniciativas de interação entre os programas
e as sinergias possíveis, tendo como referência os
eixos transversais, temas de interação e desafios
institucionais.
Nessa interação, atentar para as diferentes metodologias
de formação utilizadas e pelas singularidades de cada
estratégia; ver o que pode ser estendido a outros programas,
em termos de princípios metodológicos.
- Elaborar
metodologias de formação de multiplicadores de maneira
a possibilitar a ampliação da ação.
- Colocar
em funcionamento redes existentes (como no caso da Rede Evangélica
de Solidariedade) ou que se pretende criar (como a rede quilombola
no RJ).
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Índice
5.
Visão do público direto e dos parceiros
5.1.
O que mudou na vida das pessoas?
Grupo
de Mulheres (São Paulo)
“Os encontros são momentos em que a mulher pára
para pensar, sai da rotina, do emaranhado, do corre-corre em que
ela nem tem tempo para pensar se é feliz.”
“Para
mim, o momento da virada foi num encontro, quando Taís disse
que nós mulheres, não poderíamos amar mais
a nossos maridos que a nós mesmas. Que não podemos
colocar nossa felicidade na mão do outro. Eu explodi. A partir
dali, fui outra pessoa.”
“A
mulher teve que aprender, né? É aquela ânsia
de aprender e procurar ser feliz. Ela quer ser feliz! Ela quer lutar,
ela quer vencer, ela é forte. Tem dia que a gente se acha
pequenininha… Mas a mulher é forte, só que não
sabe que é; então, precisa a outra falar: “Não!
Você é forte! Você consegue!”. É
preciso que ela descubra que tem potencial para exteriorizar isso
nela, tanto no pessoal como no familiar, né?”
“Deveríamos
trazer homens e mulheres para os encontros. Eles também poderiam
ser multiplicadores para os outros homens na fábrica, no
trabalho, onde eles vivem. Por que só mulher? Tem homens
muito bons de coração.”
Quilombolas:
Marambaia
“Existia um certo medo. Através de Koinonia, a gente
passou a conhecer os direitos e a como lidar com eles [policiais,
pessoal da Marinha]. Era um medo que eu tinha. Hoje em dia não
tenho medo. Hoje já sei chegar e conversar com eles. Se eles
falarem uma coisa para mim, eu falo outra para eles. Não
vou xingar eles, mas, dentro do meu direito, eu vou falar para eles.”
“A
gente ficou sabendo de leis. E ainda assim é muito pouco.
Estamos nos formando no processo. Aqueles que só esperam
resultados estão sem aprender”.
“Hoje
somos respeitados. Antes, levavam a gente para o “baléu”
[cadeia] por qualquer coisa, hoje já não fazem isso.
“
Sobre
o intercâmbio com outras comunidades: “Uma coisa assim
que até nos conforta, é saber que a luta deles é
igual à nossa. A dificuldade para se posicionar enquanto
cidadão é terrível, é a mesma coisa!
A luta deles é tão grande quanto a nossa. Eles não
são respeitados, alguns também fazem um esforço
enorme para provar que existem, como nós fazemos. Então
descobrimos que dentro desse Brasil, nós não somos
os últimos, como achávamos que éramos. Nós
somos mais uns. Isso aí é que nos mantém. Por
isso é importante a gente estar junto”. (Marambaia)
Preto Forro
“Outro dia, numa viagem, uma moça gritou: não
entra nesse ônibus aí que é dos Preto Forro!
E riu. Eu antes também não sabia o que era esse nome
e iria rir. Mas agora expliquei para ela o que significa, que forro
é de alforria”.
“Antes,
qualquer coisa que o grileiro fazia, a gente não tinha onde
correr. Hoje temos encaminhamento até em Brasília”.
“Mudou
o comportamento dos outros conosco, mudou para melhor. Por exemplo,
a gente ia toda hora na delegacia por queixa do grileiro, isso mudou”.
“Agora
a história nunca vai ser esquecida porque vai estar no papel,
tem registro”.
Alto
da Serra
“Descobrimos
que tinha a justiça do Rio e a Federal, não só
a de Rio Claro”
Reconhecimento da comunidade pelo público externo: “Hoje
somos chamados e reconhecidos. Passamos de invasores a comunidade
de quilombolas”.
Hoje o grileiro não vai mais procurar a policia por qualquer
roçado que fazemos
“As pessoas negras não tinham lugar. Agora perdemos
o medo, ficamos com nosso valor assegurado. Mudamos a maneira de
agir, agora é de igual para igual.”
“Koinonia deixou a gente sem vergonha de falar, de agir…”
“Deixar
de ser convocado na delegacia, como era, toda hora, para ser convidado
na Prefeitura ou na Câmara dos Vereadores para participar
de eventos. É uma mudança grande, né?”
“O
mais marcante foi o reconhecimento. A gente era quilombola e não
sabia”.
Terreiros de Candomblé
“Koinonia trouxe para o povo de santo o princípio de
como se organizar.”
“Com o estatuto (da associação), a gente consegue
preservar nosso passado – a história das mães
de santo que passaram. Acabou o “dono primário”,
todos são donos. Temos a preservação da nossa
história.”
“O laudo antropológico é nossa história
registrada.”
“É a oportunidade de nós escrevermos nossa própria
história.”
“Os
encontros de Koinonia são o mais importante. Antes, para
mim, era evangélico pra lá, candomblecista pra cá.
Hoje vejo isso do ecumenismo, com pastor, padre: buscar equilíbrio
entre as partes para evitar guerra santa.”
“Há
um fortalecimento da coletividade. As pessoas descobrem que têm
direitos e que podem lutar por eles – IPTU, rua asfaltada,
respeito pela religião…”
“As pessoas tinham medo de participar de outras associações
ou terreiros, com medo. Isso acabou.”
“Hoje temos conhecimento dos nossos direitos.”
“O
principal, pra mim, é o conhecimento que Koinonia trouxe
e traz. Muito. O crescimento intelectual que nos trouxe.“
“No
início dos anos 80 nascia um segmento da igreja evangélica
agressiva com o candomblé. Minha casa foi invadida, jogado
sal com enxofre, meu cão foi queimado com ácido…
Nas reuniões de Koinonia vi uma luz no fim do túnel,
conhecendo o pastor Djalma, que ganhou nosso respeito. Vi que a
possibilidade de se dar com o outro é real.”
“Para
mim, a mudança principal foi a valorização
do candomblé, dos nossos terreiros e do nosso trabalho.”
“Mudou
o nosso sentimento de unidade.”
Jovens do Pólo Sindical:
“O trabalho com o coletivo tem contribuído para minha
formação como pessoa. Os debates sobre conjuntura
internacional me ajudaram no vestibular. Tenho hoje uma visão
mais crítica.”
“A
formação me ajudou a ampliar minha visão da
região. Entendi que podia ser protagonista, mudar a realidade
da região a partir do que cada um pode fazer.”
“Koinonia
nos ajuda a pensar os desafios e a provocar os assuntos”
“Aprendemos
que trabalho com a juventude não pode ser só político,
tem que ser de lazer e cultural.”
“Contribuição
de Koinonia: pensar o jovem como produtor e como ser: cultura, lazer,
corpo, musicalidade, energia.”
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5.2. Parcerias
Sobre
Aids e Igrejas:
Para o Centro de Referência e Tratamento HIV-Aids, de São
Paulo, Koinonia “trouxe a voz das igrejas que não se
escuta”.
“Koinonia
dá suporte pedagógico para as igrejas, suprindo uma
enorme falta real” (Keila, secretária de ação
social da Igreja Metodista)
Coletivo
de entidades no Sub Médio São Francisco:
“Com a chegada de Koinonia, conseguimos fazer efetivamente
cursos com três módulos cada e não cursos dispersos,
como era antes. “
“O mais interessante é que o processo não vem
pronto, mas vamos construindo juntos, passo a passo; “o construir
coletivamente é muito relevante neste trabalho”
“O coletivo de entidades provoca desejo de estarem mais nos
trabalhos uns dos outros. É uma parceria bonita porque há
“enamoramento” pelo trabalho uns dos outros.”
Observatório
de Favelas (Jailson de Souza e Silva, coordenador)
“Temos uma mesma visão da pessoa humana, não
como consumidor, mas como cidadão pleno, pessoa de direitos”.
Uma coisa que nos aproxima é a visão ética
no trabalho de Koinonia; a valorização das dimensões
ética e cultural. E o trabalho com o paradigma da presença
e não da ausência (meninada de favela cresce na negação:
levada a negar cor, origem, lugar, território…)
Não defendemos o “mínimo social”, mas
uma vida plena, com qualidade
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Índice
5.3.
Parceiros nacionais e internacionais dos programas EDF e RESC
O
que distingue Koinonia (seu diferencial):
Pastor
Ervino Schmid (Ex-Secretário Executivo do Conselho Nacional
de Igrejas Cristãs – Conic):
- Teologia ecumênica crítica
- vanguarda
- Caráter ecumênico
- vivência concreta de espiritualidade ecumênica
- postura sem preconceitos
- desafio
- não ser ligada às igrejas
- pessoas estarem ali “por gosto”
Pedro Cláudio Cunha Bocayuva, diretor da FASE:
- temas claros: juventude, luta contra intolerância religiosa,
DH e dinâmica religiosa
- atuação em formação
- ecumenismo: ethos específico
Humberto Shikyia (Centro Regional Ecumênico de Assessoria
e Serviço - Creas):
- papel profético/ “provocativo”
- ecumenismo (marco mais amplo), atitude profética e dimensão
do teológico
- generosidade da instituição e das pessoas
- Práxis e produção de conhecimento: uma boa
política institucional. Socializar textos, práticas
e a produção de conhecimento é muito importante
– e isso não é somente a alma, senão
o “corpus” de Koinonia, o que marca seu envolvimento
com a cooperação internacional.
Marta Palma (Conselho Mundial de Igrejas – CMI):
- prática concreta de apoio/compromisso
- combina o serviço (diaconia) com o papel profético
e político
Rui Bernhardt (Secretário Executivo da Assembléia
do CMI no Brasil; Membro da Coordenação do Fórum
Ecumênico Brasil, Igreja Evangélica de Confissão
Luterana no Brasil) :
- não ter relação formal com as igrejas
- pessoas com compromisso com DH e ecumenismo; são as pessoas
que dão esse caráter à instituição
Participação
nos espaços ecumênicos:
Marta
Palma (Conselho Mundial de Igrejas)
- Koinonia trabalha com temas do maior interesse para a agenda ecumênica,
como: justiça, direitos, DHESC-A, promoção
do ecumenismo, saúde.
- Nos eixos transversais – gênero, ecumenismo, superação
da violência – o envolvimento de Koinonia em várias
ações no Brasil são importantes no cenário
da Década Contra a Violência.
- A partir de uma prática concreta que permeia uma visão
mais política do compromisso ecumênico, Koinonia tem
e pode ter um papel ainda mais importante. Pode contribuir para
o diálogo e a formação ecumênica, experiência
de fé comprometida; para a pluralidade cultural e religiosa,
com as ações que já vem desenvolvendo contra
a intolerância, respeito à diversidade, criação
de valores democráticos.
- Crucial o papel de Koinonia na preparação da plenária
[sobre a América Latina] e na criação de um
ambiente que favorecia o diálogo na Assembléia do
CMI [9ª Assembléia, realizada em Porto Alegre, em fevereiro
de 2006].
Humberto Shikyia (CREAS)
- Salto importante na visibilidade e na promoção de
um ecumenismo latino-americano a partir de uma perspectiva teológica
de diálogo inter-religioso e social.
- Koinonia reforça a idéia de ecumenismo vinculado
ao campo dos Direitos Humanos, à construção
de novos símbolos na América Latina – paz, diálogo
inter-religioso; e também anima a capacidade de tolerância
e respeito e de uma pedagogia de diálogo.
- Koinonia já vem trabalhando em um tema importante que é
Aids. Outro é a compreensão do diálogo inter-religioso
e a perspectiva desse diálogo, e de compreender o ecumenismo
além das igrejas.
Julia Ester (Processo de Articulação e Diálogo
entre as Agências Ecumênicas Européias e Parceiros
Brasileiros – PAD)
- participação de Koinonia tem sido uma “força
central” – uma das organizações que tem
pautado de forma mais veemente o caráter ecumênico
do PAD e tem nos ajudado a promover o debate com as agências;
- foi um trabalho pedagógico e de articulação
política no sentido de fazer presente essa temática
em tudo que o PAD promovia – “o que fortaleceu muito
foi nossa presença no 5o. Fórum Social Mundial, quando
se criou a coalizão ecumênica, esforço conjunto
Fórum Ecumênico Brasil - FE-Brasil e PAD”.
- a produção de conhecimento e participação
no GT colocou mais presente, mais visível, mais claro para
as agências a importância do papel de Koinonia.
- Koinonia soube ocupar seu lugar de maneira muito sábia
– percebeu que este lugar estava vago e era necessário
ocupá-lo; e o fez muito bem.
- Conseguiu fazer trabalho articulado com o GT DHESC.
- A partir do momento que Koinonia teve mais participação
no PAD, contribuiu para a formação e capacitação
o para o debate sobre DHESC e ecumenismo. Ajudou muito na articulação,
contribuindo para a elaboração dos temas e a capacitação
para o debate. Nos textos sobre DH e Ecumenismo, praticamente todo
o primeiro esforço partiu de Koinonia.
Pastor Erwino Schmidt (Ex- Secretário Executivo do CONIC)
“CONIC e Koinonia se completam; Koinonia pratica mais uma
“teologia da proscrição” (que vai além,
que desafia); Koinonia sempre foi um desafio.”
“CONIC mais na linha do ecumenismo oficial e Koinonia mais
na linha de nos ajudar a caminhar com o povo.”
Jornadas
Ecumênicas:
Pastor Erwino Schimidt:
“Tentativa de fazer a base das igrejas descobrir o que é
espiritualidade ecumênica. A partir da segunda, foram feitas
em conjunto com FE Brasil, mas a iniciativa foi de Koinonia”
Humberto Shikyia:
“Jornada Ecumênica é ação emblemática
da proposta ecumênica de Koinonia.”
Rui Bernhardt:
“Não se pode imaginar as Jornadas Ecumênicas
sem Koinonia”; “Foram os incentivadores da primeira”.
Dr. Ideraldo Luiz Beltrame(sociólogo, participante da 3ª
Jornada Ecumênica):
“Participar da Jornada marcou um momento de virada na minha
vida”.
Tatiane
(jovem do Pólo Sindical):
“Dancei com o candomblé e com todos juntos (crentes,
católicos, candomblé e agnósticos). Nunca me
senti tão bem. Fiz amizades... Eu tinha outra visão
sobre o candomblé. A gente precisa sair mais do nosso canto
para conhecer os outros e dar espaço, as diferenças
são positivas.”
Diálogo inter-religioso:
Humberto Shikyia:
- Desafio para Koinonia na América Latina: a questão
do diálogo inter-religioso com as religiões de matriz
africana – para o futuro, isso vai ter importância na
questão cultural e se esperaria de Koinonia contribuir com
outros países a partir de sua experiência
Julia Ester:
- No PAD, esse trabalho contra a intolerância religiosa na
Bahia tem sido muito importante porque ajuda a fazer debate sobre
o ecumenismo
Marta Palma:
- Koinonia contribui e pode contribuir ainda mais para a pluralidade
cultural e religiosa, com as ações que já vem
desenvolvendo contra a intolerância, respeito à diversidade,
criação de valores democráticos.
Rui Bernhardt:
“Koinonia trabalha o ecumenismo para além das igrejas
cristãs, com o diálogo inter-religioso, com propostas
de grande comprometimento e projetos que demonstram que há
condições para superar a discriminação.
Dialogo inter-religioso não é uma área fácil.
Koinonia pode contribuir muito para as igrejas e outras organizações
ecumênicas que têm respaldo nas igrejas cristãs.
É importante que as igrejas sejam desafiadas, como Koinonia
faz. Precisamos de Koinonia junto com as igrejas nessa caminhada.”
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Índice
Sobre
KOINONIA - KOINONIA 10
anos - Histórico
- Estrutura -
Planejamento Estratégico - Avaliação - Destaques 2006 e 2007
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